Like us On Facebook

30 de dezembro de 2011

"Amor à profissão e o ato de salvar vidas fala mais alto", diz enfermeiro

Os profissionais do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) atendem a todos e enfrentam as situações mais difíceis para salvar vidas.


Salvar sempre. Sem distinção de credo, cor ou atividade profissional. Esse é o princípio do trabalho de pessoas cujos ofícios são o de salvar vidas. Mesmo em casos em que a vítima a ser socorrida seja o principal suspeito de cometer crimes hediondos, a obrigação é a de salvar a qualquer custo.

Para pessoas comuns pode parecer muito difícil, mas para muitos enfermeiros, médicos, bombeiros e policiais, esse tipo de situação muitas vezes é normal, ainda mais durante as festas de fim de ano, nas quais os números de casos de homicídios e acidnetes aumentam consideravelmente.

Whashington Paiva, 30 anos, enfermeiro do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) em São Luís, garante que não há distinção nos atendimentos. "A gente atende todo tipo de público, sempre procurando proceder da melhor forma possível", afirma.

O enfermeiro ainda conta que existem aqueles casos mais difíceis, em que a polícia ainda não agiu na cena do crime e por isso a ação do socorro pode se tornar mais suscetível à perigos. "Há aqueles casos, como por exemplo, em brigas de rixas de gangues, que resultam em tentativas de homicídios e/ou homicídios e que a polícias ainda não chegou. A gente tem que fazer todos os procedimentos mesmo assim. Deixar qualquer medo ou sentimento de comoção de lado e agir da melhor forma possível. Isso acontece e a gente tem que estar preparado", revela o enfermeiro.

Whashington diz que esse é o princípio básico de qualquer pessoa que tenha o ofício de salvar vidas: fazer sem distinção. "O amor à profissão e ao ato de salvar vidas fala mais alto" garantiu o enfermeiro.

Nenhum comentário:

Subscribe Here

Recent Posts Box 2

Categories

Sponsor

Social

Social Share

Recent

Recent Posts

Popular Posts