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15 de dezembro de 2011

Capitania dos Portos garante que óleo será retirado nos próximos dias


 (NEIDSON MOREIRA/OIMP/D.A PRESS)
Em reunião realizada na noite desta quarta-feira (14), entre as autoridades e empresas envolvidas no conserto e resgate do navio Vale Beijing, ancorado em São Luís há quase duas semanas, a empresa holandesa Smit apresentou um plano de salvamento que contempla, entre, outros pontos, a retirada de 2.500 toneladas de óleo combustível e o remanejamento de 25 mil toneladas de minério do porão 7 para porões 3 e 5 da embarcação.


Segundo nota oficial divulgada pela Capitania dos Portos do Maranhão, a chapa que será utilizada na retirada do óleo chegará a São Luís sábado (17) e a operação deve ter início em seguida. Já o minério de ferro será remanejado entre os porões do navio apenas após o dia 19, data prevista para a chegada do guindaste que fará o deslocamento da carga. Essa data pode ser prorrogada para o dia 20.

A Capitania informou, ainda, que o Vale Beijing não apresenta novas rachaduras em suas avarias e que há previsão de chegada ainda nesta semana de um equipamento de scanner marítimo capaz de visualizar a área submersa com mais exatidão, apesar da coloração escura das águas no local. Segundo a Capitania, o uso essa tecnologia será decisivo para a escolha do tipo de reparo que será feito.

Precaução
A preocupação do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) continua sendo evitar um possível desastre ambiental em caso de derramamento de óleo. Para isso, ficou acertado em reunião entre o órgão e a empresa coreana STX Pan Ocean, na última segunda-feira (12) que a STX teria até amanhã (16) para apresentar os equipamentos necessários à contenção de óleo caso ocorram incidentes durante a retirada do combustível.

“O método é semelhante ao utilizado pela Chevron no acidente da Bacia de Campos e consiste em isolar as manchas de óleo sem oferecer risco ao conserto da embarcação”, explicou Pedro Leão.

O Ibama havia solicitado a instalação de barreiras de contenção no último dia 9, após pedido de prorrogação do prazo pela empresa coreana. Após essa data, a STX Pan Ocean apresentou argumentos técnicos que levaram o órgão a aceitar a não instalação da barreira. Segundo o superintendente do Ibama no Maranhão, Pedro Leão, as bóias fixas podem prejudicar a estabilidade do navio, ou mesmo se entrelaçarem nas hélices e nos dois rebocadores permanentes que sustentam a estrutura do Vale Beijing, comprometendo a salvatagem da embarcação.


O imparcial.com

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