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Combustível do navio coreano será retirado ainda nesta semana Barreira de contenção ainda não foi colocada no navio Vale Beijing Departamento de Oceanografia da UFMA está alerta quanto ao naufrágio de navio Navio sul-coreano ainda não apresenta barreira de contenção solicitada pelo Ibama Capitania dos Portos descarta remoção do navio avariado do local onde ele está Roseana Sarney quer navio mais longe da costa de São Luís Ibama e Sema vão fiscalizar o navio sul-coreano para ver se apresenta riscos ambientais Técnicos da empresa proprietária do navio estão na capital para realizar conserto Navio com rachadura de lastro deve ser retirado do píer I da Ponta da Madeira Navio alugado pela Vale apresenta rachadura no casco e corre risco de afundarSegundo nota oficial divulgada pela Capitania dos Portos do Maranhão, a chapa que será utilizada na retirada do óleo chegará a São Luís sábado (17) e a operação deve ter início em seguida. Já o minério de ferro será remanejado entre os porões do navio apenas após o dia 19, data prevista para a chegada do guindaste que fará o deslocamento da carga. Essa data pode ser prorrogada para o dia 20.
A Capitania informou, ainda, que o Vale Beijing não apresenta novas rachaduras em suas avarias e que há previsão de chegada ainda nesta semana de um equipamento de scanner marítimo capaz de visualizar a área submersa com mais exatidão, apesar da coloração escura das águas no local. Segundo a Capitania, o uso essa tecnologia será decisivo para a escolha do tipo de reparo que será feito.
Precaução
A preocupação do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) continua sendo evitar um possível desastre ambiental em caso de derramamento de óleo. Para isso, ficou acertado em reunião entre o órgão e a empresa coreana STX Pan Ocean, na última segunda-feira (12) que a STX teria até amanhã (16) para apresentar os equipamentos necessários à contenção de óleo caso ocorram incidentes durante a retirada do combustível.
“O método é semelhante ao utilizado pela Chevron no acidente da Bacia de Campos e consiste em isolar as manchas de óleo sem oferecer risco ao conserto da embarcação”, explicou Pedro Leão.
O Ibama havia solicitado a instalação de barreiras de contenção no último dia 9, após pedido de prorrogação do prazo pela empresa coreana. Após essa data, a STX Pan Ocean apresentou argumentos técnicos que levaram o órgão a aceitar a não instalação da barreira. Segundo o superintendente do Ibama no Maranhão, Pedro Leão, as bóias fixas podem prejudicar a estabilidade do navio, ou mesmo se entrelaçarem nas hélices e nos dois rebocadores permanentes que sustentam a estrutura do Vale Beijing, comprometendo a salvatagem da embarcação.
O imparcial.com

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