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22 de dezembro de 2011

Violência na Síria já matou 6.200, dizem ativistas


Mais de 6.200 pessoas, incluindo centenas de menores de idade, morreram nos últimos meses em meio à repressão do governo sírio contra o movimento pró-democracia, disse nesta quinta-feira o grupo britânico de direitos humanos Avaaz.
A Síria enfrenta um crescente isolamento internacional devido à repressão aos protestos dos últimos nove meses contra o presidente Bashar al-Assad, que são parte da onda regional de rebeliões conhecida como Primavera Árabe.
O governo sírio diz estar enfrentando "terroristas" patrocinados pelo exterior, e na quinta-feira disse que mais de 2.000 soldados e policiais já foram mortos.
O Avaaz afirmou ter recolhido evidências sobre a morte de mais de 6.237 civis, militares e policiais, sendo 617 deles sob tortura. Pelo menos 400 mortos são crianças e adolescentes, acrescentou a entidade.
A estimativa mais recente da Organização das Nações Unidas falava em cerca de 5.000 mortos por causa do conflito. O Avaaz disse também que 69 mil pessoas foram detidas desde o início da rebelião, em março, mas que cerca de 32 mil já foram soltas.
"Ninguém pode fazer vista grossa ao show de horrores na Síria ... Um em cada 300 sírios foi morto ou preso", disse Ricken Patel, diretor-executivo do Avaaz, em nota.
"O mundo tem uma escolha: se coloca à parte enquanto uma brutal guerra civil rasga o país, ou intensifica a pressão pela saída de Assad."
(Reportagem de Erika Solomon)

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